Do site do Instituto Telecom:
Todos sabemos do poder de fogo das operadoras para combater medidas que não representem a maximização dos seus lucros. Mas um contrato de concessão tem que representar os interesses dos três envolvidos: as próprias empresas, o Estado e, principalmente, os cidadãos. Como compete à Anatel zelar pelo interesse público, a postura da agência é decisiva nas consultas públicas 25 e 26, para discutir a renovação dos contratos de concessão e o novo PGMU - Plano Geral de Metas para Universalização do serviço telefônico fixo. Pois o direito das empresas de auferir lucros na prestação dos serviços não pode impedir a universalização do acesso à banda larga, um direito de todos.
Todos sabemos do poder de fogo das operadoras para combater medidas que não representem a maximização dos seus lucros. Mas um contrato de concessão tem que representar os interesses dos três envolvidos: as próprias empresas, o Estado e, principalmente, os cidadãos. Como compete à Anatel zelar pelo interesse público, a postura da agência é decisiva nas consultas públicas 25 e 26, para discutir a renovação dos contratos de concessão e o novo PGMU - Plano Geral de Metas para Universalização do serviço telefônico fixo. Pois o direito das empresas de auferir lucros na prestação dos serviços não pode impedir a universalização do acesso à banda larga, um direito de todos.
