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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Lula, precisamos de você! - por Gleisi Hoffmann

Coluna de Gleisi Hoffmann

O que dizer a você, presidente, depois desses dias de imensa consternação, depois de tantas palavras que já foram ditas a respeito da sua dor perante a perda de uma mulher como dona Marisa? O que nos resta falar sobre o significado desse momento para você, para sua família e também para o nosso país?

Talvez o melhor que podemos fazer nessa hora é guardar nas nossas mentes a sua imagem e a sua voz durante a comovente cerimônia de despedida de dona Marisa, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.
Ali, Lula, você lembrou um pouco da sua grandiosa história política, compartilhou o orgulho que sentia pelo imenso caráter e dignidade da companheira de muitas lutas e, acima de tudo, deixou claro que não se abaterá perante os que querem destruí-lo.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Resolvendo Problemas para Ouvir a Rádio

Rádio Iguassu: Resolvendo Problemas para Ouvir a Rádio: Para poder ouvir a rádio Iguassu é preciso fazer como na Imagem acima, não use protocolos HTTPS:// ou se usar Clique como na imagem e ...

domingo, 5 de junho de 2016

Depois da implosão FHC sugere diálogo com PT

Em artigo publicado neste domingo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reconhece que houve a implosão de todo um sistema político no Brasil e, agora, propõe diálogo entre as principais forças partidárias, em especial PT, PMDB e PSDB, sobre uma reforma; "Até hoje, como expressão de algo parecido a isso, só o PSDB e o PT, e agora o PMDB, se propuseram a 'liderar' o País. Há outros partidos, menores, que se juntaram aos três referidos, como o DEM, o PCdoB, o PPS, os socialistas e outros poucos mais. Estes partidos, a despeito de seus choques atuais, precisam dialogar sobre a reforma", diz ele;  "E tomara isolem os que se congregam no chamado “centrão”, expressão que caracteriza os agrupamentos de pessoas e interesses clientelísticos, 'fisiológicos' e corporativistas, que, sem terem um projeto político nacional, mantêm a sociedade amarrada ao reacionarismo político e cultural"

quinta-feira, 24 de março de 2016

A "exceção" é o golpe. Ele já está dado

Por; Tarso Genro

Para popularizar a defesa política, ainda em curso, sobre a legalidade e legitimidade obtida nas urnas pelo Governo Dilma, o campo de apoio de apoio da Presidenta cunhou a expressão “não vai ter golpe”. Correta, por sinal, mas que agora precisa ser interpretada de maneira diversa no plano estrito da política, face às formas originais que vem adquirindo os contenciosos políticos, dentro da crise econômica e do próprio Estado de Direito pervertido, que estamos vivendo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

O ódio político e o vilipêndio a Dutra

Por Tereza Cruvinel, em seu blog:


Não é preciso ser sociólogo para constatar que há algo de patológico numa sociedade que viola o tabu da morte e permite que o ódiopolítico invada as cerimônias fúnebres. O respeito aos mortos não é apenas um mandamento cristão mas um pressuposto da civilização. Na hora da morte devemos ser aindamais reverentes para com aqueles que acabam de sair da vida. A lembrança do que foram e do que fizeram ainda está muito vívida mas deles mesmos resta um cadáver que não fala, que não pode se manifestar nem se defender. Ofender um morto no funeral é de uma covardia atroz. Foi o que alguns manifestantes fizeram hoje em Belo Horizonte no velório do ex-senador, ex-presidente da Petrobrás e do PT José Eduardo Dutra. Ademais, procurando sempre ajustar-se aos tempos e à Cultura, o Código Penal atualmente prevê o crime de ofensa aos mortos, no qual estariam incursos os ofensores de Dutra.

Lula e a destruição da memória

Por Tarso Genro, no site Sul-21:

“A pulsão de impor-se pela habilidade de manipular palavras e imagens não mudou desde aqueles tempos longínquos, mas o instrumento posto a serviço dela é, hoje, infinitamente maispoderoso. Desse ponto devista, com as mídias, dá-se o mesmo que com os armamentos: nossa ferocidade não aumentou, mas nossa capacidade de destruir vidas e construções é infinitamente superior à dos romanos ou à dos bárbaros do Norte. (…) Acreditamos tomar sozinhos nossas decisões; mas se todas as grandes mídias, desde a manhã até a noite e dia após dia, nos enviam uma mensagem, a margem de liberdade de que dispomos para formar nossas opiniões fica muito restrita.”

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Para entender a decadência da Globo

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Não vou arriscar análises sobre imagem de apresentador A ou B. Como telespectador eventual do Jornal Nacional (nenhum desprezo, apenas o fato que meu eletroeletrônico diário é o computador) sempre admirei a imagem e a postura firme e sóbria de Fátima Bernardes e a discreta informalidade de Patrícia Poeta, especialmente na campanha da Copa. Quando não avança além das chinelas, o próprio William Bonner, é um senhor apresentador.


Houve desgaste recente devido à perda de rumo do Jornal Nacional, de trocar o estilo sóbrio por uma informalidade forçada e, principalmente, pela agressividade vulgar do âncora opinativo, expondo ao ridículo as imagens mais valiosas do jornalismo.

Mas esses fatos estão dentro de um contexto mais amplo, que não tem poupado nenhum setor, mais o jornalismo, também a teledramaturgia: a entropia que tomou conta da Globo, visível nas futricas da rádio corredor.

domingo, 20 de julho de 2014

Publicar acusação sem provas no Facebook gera indenização por dano moral

Revista Consultor Jurídico
A publicação de comentários difamatórios no Facebook, sem comprovação do que se diz, gera indenização por danos morais. Assim entendeu a 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) para condenar o ex-funcionário de um restaurante que atribuiu ao estabelecimento a prática de assédio moral. Como as acusações não foram comprovadas no processo, deverá pagar R$ 1 mil ao restaurante.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Mídia: Liberdade para quem?

Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:


A pedido do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, o jornalista Luciano Martins Costa escreveu artigo refletindo sobre a importância da democratização da mídia e a disputa em torno do conceito de liberdade de expressão. O jornalista é um dos novos membros do Conselho Consultivo da entidade, que tem ampliado seu quadro e agregado nomes de diversas matizes da luta por pluralidade e diversidade na comunicação brasileira.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Os Jovens de Hoje Em Dia

A juventude é a etapa pela qual todos devem passar, e experimentar, as suas próprias descobertas, e com isso fazer, com que estas descobertas sejam lições, na vida adulta. E uma vida adulta tem muita ligação, com a adolescência, e infância, pois se vivemos estas duas etapas bem, certamente teremos uma vida adulta adequada, e pronta para enfrentar todos os desafios da vida. Sendo assim, a família tem grande contribuição na vida dos jovens, pois é dentro do seio familiar, que os jovens se refugiam quando precisam, ou seja, eles recorrem aos pais quando precisam de ajuda, conselhos, apoios, enfim tudo que necessitarem.

sábado, 12 de julho de 2014

Como a Copa afeta as eleições

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:


Muito se vai especular, na política, sobre os efeitos da paulada que o Brasil levou da Alemanha.

Os comentários mais apocalípticos partirão, ou já estão partindo, dos interessados numa brusca mudança no quadro existente hoje.

Sob essa ótica, a derrota vai levar os brasileiros a descontar em Dilma, em outubro, a raiva que os sufoca.

O cientista social Roberto da Matta foi um dos primeiros a seguir essa trilha. Numa entrevista à BBC, ele disse que o fracasso na Copa levaria os brasileiros a “pensar em nos problemas do país”, como a inflação e o baixo crescimento.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sete fatos sobre o pedágio no Paraná

Por Homero Marchese

Não é exagero afirmar que os contratos de pedágio do Paraná têm constituído o grande assunto político do Estado nos últimos 17 anos. Desde 1997, quando os contratos foram firmados, nenhum outro tema de gestão pública despertou mais polêmica no Estado do que o pedágio. E a discussão promete se estender pelo menos até 2021, quando os atuais contratos expiram (na verdade, a discussão deve ir até mesmo depois disso, pois, ao final das contratações vigentes, será necessário decidir o que fazer com nossas estradas).

sábado, 28 de junho de 2014

Globo é a grande derrotada da Copa

Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual:

A Copa do Mundo de Futebol no Brasil deveria ter sido vista como uma oportunidade rara para as empresas de mídia fazerem bons negócios. Poderiam aproveitar a visibilidade e o interesse no Brasil pelo evento esportivo de maior popularidade do planeta para vender ao mundo reportagens, documentários sobre cada região no entorno das cidades-sede e ampliar os canais de exportação para produtos jornalísticos e obras audiovisuais.

Mas estas empresas, quase todas "filhotes da ditadura", perderam esta oportunidade histórica por visão pequena, provinciana, e pelo vício de tratar seu próprio negócio como se fosse um partido político, daqueles obrigados a contestar qualquer ação de um governo o qual querem derrubar nas urnas ou sabe-se lá como.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Seleção brasileira, a grande paixão nacional

Por Brasil 247
Copa explicita amor dos brasileiros de todas as gerações pela equipe e seus jogadores

Menino Daniel Jr, que driblou os seguranças da Granja Comary, em Teresópolis, para obter autógrafo do zagueiro David Luiz, é emblemático dessa paixão; 

Um menino de seus 10 anos de idade representou no último domingo (15) todo o amor dos brasileiros, de todas as gerações, pelo símbolo nacional representado pela Seleção Brasileira. Depois de driblar a segurança da Granja Comary, o pequeno Daniel Jr, emocionado, entrou em campo, conseguiu abraçar o zagueiro David Luiz, ser fotografado ao lado dele e carregar um autógrafo, com dedicatória, que certamente levará consigo por toda a vida.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

GLEISI HOFFMANN AUMENTO DE 32,4% NA ENERGIA - NOTA À IMPRENSA

Inconformada com a decisão do governo do Estado do Paraná de reajustar em 32,4% a tarifa de energia da Copel, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) vem a público condenar o aumento e solicitar a atenção dos paranaenses para os seguintes pontos: 


1. O governador Beto Richa negou-se a aderir ao plano do governo federal para antecipar os contratos de concessão de energia, ficando contra o projeto de baratear a conta de luz de todos os brasileiros, em especial a dos consumidores paranaenses. 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O emprego público de Sheherazade

Por Joaquim de Carvalho, no blog Diário do Centro do Mundo:

Numa entrevista à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a apresentadora Rachel Sheherazade contou que era funcionária pública concursada do Tribunal de Justiça da Paraíba, mas que não comparecia ao trabalho por se encontrar em São Paulo. A licença estaria próxima de vencer, e ela teria que se desligar da função pública definitivamente.


A declaração repercutiu na internet, e Rachel foi acusada de ser funcionária fantasma. Em sua defesa, publicou no Twitter nota da diretora de comunicação do Tribunal, postada depois no Facebook: Rachel não comparecia ao tribunal, é verdade, mas também não recebia salário. Estava de licença não remunerada.

“Não brinquem com fogo”, ameaçou Rachel Sheherazade, depois de “instruir” jornalistas que “ignoram ou fingem ignorar as leis para tentar difamar quem ‘tá’ quieto.” Ninguém procurou checar as informações e o caso morreu por aí.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Senador Pedro Simon - EM DEFESA DAS APAES

Uma batalha ideológica, baseada em diferentes pontos de vista sobre a inclusão de crianças especiais em salas de aula regulares, ignorando sua condição diferenciada, atrasa a votação no Senado do Plano Nacional de Educação e, em consequência, desespera as Associações de Pais e Amigos de Excepcionais (Apaes). Pioneiras na assistência às crianças com deficiência e mantenedoras de escolas especiais que atendem a milhares delas, essas entidades temem pelo futuro.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O acerto do programa Mais Médicos - Gleisi Hoffmann

GLEISI HOFFMANN

Fiquei emocionada ao ver pela tevê a chegada dos médicos estrangeiros ao Brasil. Espanhóis, portugueses, cubanos, de todas as origens. Gente que vem ao nosso país para trabalhar, atrás de uma chance de emprego, de agregar conhecimento à sua carreira ou de cumprir uma missão. Temos todos de ser gratos a eles por terem respondido ao chamado. Penso que é essa emoção, maior com certeza, que a população de centenas de municípios começou a ter ontem, com a chegada dos médicos para atendê-la. Não só os estrangeiros, mas também os brasileiros, primeiros a serem chamados, que se dispuseram a servir a população mais pobre.
Não se faz saúde sem médicos; e no Brasil, além de poucos profissionais para o número de habitantes, esses estavam concentrados nas capitais e grandes centros. Temos aqui uma média de 1,8 médico por mil habitantes, enquanto em outros países, como os nossos vizinhos Argentina e Uruguai, por exemplo, este número é de 3,2 e 3,7 respectivamente. No Paraná, que é um dos estados mais bem atendidos se compararmos com as regiões Norte e Nordeste, a média é de 1,68 médico por mil habitantes. No país inteiro são cerca de 370 mil médicos, muito pouco para as nossas necessidades de atendimento da população.

A nudez por trás do jaleco - por Eliane Brum

O que as agressões contra os médicos cubanos revelam sobre o (não) debate da saúde pública?

A cena de um grupo de médicos cearenses vaiando os médicos cubanos, vários deles negros, que chegaram ao Brasil para ocupar postos em lugares onde os brasileiros não querem ir, é uma vergonha. Mas é bem mais do que uma vergonha. A trilha sonora da manifestação – “escravos”, “incompetentes” e “voltem para a senzala” – é reveladora de como os membros de uma carreira de elite olham para si mesmos – e se veem “ricos e cultos”, como gritaram médicos numa manifestação anterior – e de como a população que depende do SUS (Sistema Único de Saúde) é vista por parte daqueles que têm por dever lhe dar assistência. Dá pistas, especialmente, sobre a tensão social que existe nos corredores dos serviços de saúde pública, que é também uma tensão racial e de classe.  

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A jornalista com “cara de fascista”

Por Altamiro Borges

“Essas médicas cubanas têm cara de empregadas domésticas. Será que são médicas mesmo? Que terrível”. Esta declaração preconceituosa e asquerosa foi postada na internet pela jornalista Micheline Borges, de Natal (RN). A elitista ainda acrescentou que “médico se impõe a partir da aparência”. De imediato, a sua asneira gerou protestos nas redes sociais. Acuada, a dondoca excluiu a sua conta no Facebook e pediu desculpas. O recuo, porém, não convenceu. O Sindicato das Empregadas Domésticas do Rio Grande do Norte já estuda processá-la por racismo e o Sindicato dos Jornalistas emitiu nota condenando a sua atitude.

Micheline Borges não é tão famosa como Eliane Cantanhêde, a da “massa cheirosa” tucana, ou Reinaldo Azevedo, o pitbull da Veja, que também esbanjam preconceitos contra os médicos cubanos e o programa do governo Dilma que visa levar atendimento à saúde para as cidades mais carentes do país. Talvez ela até tenha sido influenciada por estes “calunistas” midiáticos. Mesmo assim, suas declarações fascistóides não poderiam passar incólumes. Ela até já se disse arrependida. “Eu peço desculpas, foi um comentário infeliz, foi mal interpretado, era para ser uma brincadeira”.